Archive for quais os tipos de cuidados devemos ter!

Sobre alguns remédios do vírus HIV

Desde novembro de 1996, uma lei garante o acesso universal e gratuito dos medicamentos para controle da Aids (chamados anti-retrovirais) aos pacientes brasileiros. O país foi um dos primeiros a adotar a distrituição desse tipo de remédio. Todos os anti-retrovirais disponibilizados pelo Ministério da Saúde e as orientações para uso são definidos pela Coordenação Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e Aids.

Atualmente, 140 mil pessoas recebem gratuitamente os remédios do Governo federal _o que representa 100% dos casos notificados, segundo o Ministério da Saúde.

O Brasil distribui 15 medicamentos anti-retrovirais na rede pública. Oito deles são produzidos nacionalmente, o que colabora para a redução dos custos. Essa fabricação teve início em 1993, com a Zidovudina (AZT). No ano seguinte, o Laboratório do Estado de Pernambuco (Lafepe) começou a produzir mais sete medicamentos. Hoje, outros laboratórios produzem os remédios, como Far-Manguinhos/Fiocruz, Fundação para o Remédio Popular (em São Paulo) e Instituto Vital Brasil (no Rio de Janeiro).

Atualmente, os gastos públicos com a importação de uma outra droga usada no tratamento, a ARV, são de cerca de R$ 610 milhões. O Ministério da Saúde estima que, se não fosse possível a fabricação nacional de oito medicamentos do coquetel anti-HIV, o custo chegaria a R$ 1,325 bilhões. Com esse valor, o programa de distribuição universal e gratuita seria inviável, de acordo com cálculos do governo.

Os avanços nos tratamentos têm reflexos importantes: a queda da mortalidade por Aids e do número de internações em hospitais públicos. Houve, entre os anos de 1995 e 1999, uma redução de aproximadamente 50% na taxa de óbito de pessoas infectadas no país. Já o número de internações por doenças oportunistas, como tuberculose e pneumonia (que atingem pacientes com baixa imunidade), teve redução de 80%. De 1997 a 2001, 358 mil internações por doenças oportunistas foram evitadas, gerando uma economia de US$ 1,1 bilhão (mais de R$ 2,2 milhões).

Segundo a legislação brasileira, o portador de HIV e seus filhos têm direito ao auxílio-doença, à liberação do fundo de garantia (FGTS), à isenção do Imposto de Renda e a todo tipo de ajuda jurídica necessária.

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AIDS uma doença que não tem cura

 

 

O que Aids?

A aids é uma doença que se manifesta após a infecção do organismo humano pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, mais conhecido como HIV. Esta sigla é proveniente do inglês – Human Immunodeficiency Virus.

Também do inglês deriva a sigla AIDS, Acquired Immune Deficiency Syndrome, que em português quer dizer Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

(fonte:http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISBF548766PTBRIE.htm)

 

Quais são os sintomas?

 

A aids não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Entretanto, os sintomas iniciais são geralmente semelhantes e, além disso, comuns a várias outras doenças. São eles: febre persistente, calafrios, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares, manchas na pele, gânglios ou ínguas embaixo do braço, no pescoço ou na virilha e que podem levar muito tempo para desaparecer. 

 

 

 

 

(fonte:http://www.webciencia.com/10_aids.htm)

 

AIDS e a sociedade

Muitas pessoas que vivem com HIV/AIDS sentem-se agredidas por mensagens na televisão, revistas, campanhas. Alertamos que o papel da sociedade em geral, é estar atenta aos riscos e, principalmente, bem informada sobre os meios de prevenção da doença. Nunca rejeitar o convívio (íntimo e até social) com os doentes de AIDS.

Não podemos, também, abordar única e exclusivamente a responsabilidade do homem no uso da camisinha. As mulheres não devem ser tratadas como uma população incapaz de adotar medidas de sexo seguro. Não se pode ignorar a capacidade, a autonomia e o direito das mulheres de negociar o uso da camisinha com o parceiro ou de elas mesmas usarem o preservativo feminino, já disponível na rede pública de saúde.

(fonte:http://www.webciencia.com/10_aids.htm)

 

EM QUE SITUAÇÕES SE PODE PEGAR AIDS ?

1 – Nas relações sexuais – Sexo anal, vaginal ou oral, no qual um dos parceiros esteja contaminado.

2 – Nas transfusões de sangue, quando o sangue estiver contaminado.

3 – Nas práticas de compartilhar agulhas e seringas (duas ou mais pessoas usarem uma só), especialmente no uso de drogas injetáveis, quando um dos usuários estiver contaminado.

4 – Materiais de acupuntura, tatuagens e outros objetos perfurantes e cortantes também podem representar perigo.

5 – Da mãe para o filho durante a gravidez, parto e amamentação, se a mãe estiver contaminada.

(fonte:http://www.aidsbrasil.com/)

 

ONDE NÃO HÁ RISCO DE SE PEGAR AIDS ?

1 – No beijo social, abraços e apertos de mão.

2 – No convívio familiar.

3 – No local de trabalho.

4 – Nos transportes coletivos.

5 – Nos aparelhos sanitários, pias e piscinas.

6 – No uso comum de pratos, talheres e copos.

7 – Nas picadas de insetos.

8 – Na doação de sangue.

(fonte:http://www.aidsbrasil.com/)

 

Tratamento da AIDS

Apesar de ser uma doença que ainda não tem cura, existe tratamento eficiente e que controla a doença. Pessoas portadoras do vírus HIV devem procurar ajuda médica, tentar conhecer a doença e jamais perder a esperança, afinal, de 1981 até hoje, já se passaram muitos anos, estamos num novo milênio e a medicina evolui a cada dia.

(fonte:http://www.webciencia.com/10_aids.htm)

 

Como saber se é portador(a) da doença?

Uma pessoa pode saber se é ou não portadora do vírus da AIDS por meio de exames que detectam a presença de anticorpos contra o vírus, ou que detectam a presença do próprio vírus. Ser portador do vírus não significa que a pessoa desenvolverá necessariamente a doença. O vírus permanece inativo por um tempo variável, no interior das células T infectadas, e pode demorar até 10 anos para desencadear a moléstia.

 (fonte:http://www.webciencia.com/10_aids.htm)

 

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